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Março Azul chama atenção para prevenção e diagnóstico precoce do câncer colorretal

  • há 1 hora
  • 2 min de leitura

Campanha reforça importância do rastreamento e da adoção de hábitos saudáveis para reduzir riscos da doença



A prevenção e o diagnóstico precoce são fatores decisivos no enfrentamento do câncer colorretal, doença que está entre as mais frequentes na população brasileira e que afeta homens e mulheres. Atualmente, trata-se do segundo tipo de câncer mais comum no Brasil, com previsões de mais de 53 mil novos casos por ano entre 2026 e 2028.


O tumor se desenvolve no intestino grosso, envolvendo o cólon e o reto, e costuma evoluir de forma silenciosa. Por isso, especialistas alertam para a importância do rastreamento periódico e da atenção a possíveis sinais do organismo. De acordo com o coordenador médico da Doctor Clin, Dr. Thiago Serafim, a ausência de sintomas nas fases iniciais torna o acompanhamento médico ainda mais importante.


“O câncer colorretal é um tumor que, na maioria das vezes, cresce lentamente e pode não apresentar sintomas nas fases iniciais. Cerca de sete em cada dez pacientes não percebem nenhum sinal no começo da doença. Por isso, o rastreamento é fundamental. A recomendação é que pessoas a partir dos 45 anos realizem a colonoscopia regularmente. Quem tem histórico familiar deve iniciar essa investigação ainda mais cedo, sempre com orientação médica”, explica.


O médico também afirma que é importante reduzir fatores de risco, como consumo de alimentos ultraprocessados, álcool, cigarro e obesidade. Quando surgem sintomas, é preciso ficar atento a sinais como sangramento nas fezes, alterações no funcionamento do intestino, dor abdominal e perda de peso. Ao perceber qualquer um desses indícios, o ideal é procurar avaliação médica o quanto antes.


Entre os principais fatores associados ao desenvolvimento da doença estão alimentação pobre em fibras, consumo elevado de carnes processadas, sedentarismo, excesso de peso e histórico familiar. A adoção de hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e acompanhamento médico periódico, contribui para reduzir o risco e ampliar as chances de diagnóstico em estágios iniciais, quando as possibilidades de tratamento e cura são significativamente maiores.


Redação: Marcelo Matusiak

 
 
 

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