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Janeiro Branco: Câmara abraça campanha que alerta para a importância dos cuidados com a saúde mental




Debates sobre a necessidade de cuidados com a saúde mental têm se tornado cada vez mais comuns na sociedade. E não é para menos, já que os números envolvendo casos de doenças como depressão e ansiedade, bem como de suicídios, são cada vez mais expressivos e preocupantes, muito em virtude da pandemia de covid-19 e seus impactos nas mais diversas áreas. Em estudo divulgado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) em julho, o cenário registrado no Rio Grande do Sul pós-pandemia impressiona: antes do coronavírus, 4,7% dos entrevistados afirmavam sofrer de ansiedade, e 4,20%, de depressão. Agora, os índices estão em 30% e 19%, respectivamente.


Em razão desta situação, a Câmara Municipal de Vereadores de Erechim tem abraçado, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e a Diretoria Municipal de Saúde Mental, a Campanha Janeiro Branco, que busca chamar a atenção para os cuidados com a saúde mental, desde a prevenção até as mais diversas formas de tratamento e acompanhamento. Nesta terça-feira (10), a TV Câmara Erechim produziu um vídeo especial com a participação de crianças e de profissionais da área da saúde, enfatizando o tema deste ano: “Só podemos construir 2023 juntos”, uma referência à necessidade da solidariedade para a construção de uma sociedade em que os referidos problemas sejam superados. Também foi produzido um vídeo com profissionais da psicologia e depoimentos de pessoas que enfrentam a depressão, a ansiedade e demais patologias de ordem mental.


Para o presidente do Poder Legislativo, Serginho Bento (PT), a participação da Câmara na campanha tem um papel relevante, já que se trata de uma questão de grande interesse da comunidade. “Sempre seremos parceiros de campanhas importantes como essa, a população precisa ter o devido conhecimento sobre os problemas que envolvem a saúde mental, desde o diagnóstico até o tratamento. Muitas pessoas têm alguma destas doenças, mas não sabem, e postergar o tratamento pode levar a uma situação irreversível”, destaca.


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