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Criminosos utilizam dados de defensores públicos e advogados para enganar os cidadãos

  • Foto do escritor: Najaska - Jornalismo
    Najaska - Jornalismo
  • 14 de jan.
  • 2 min de leitura

Entre os golpes mais frequentes estão a cobrança de honorários ou taxas que não existem e a falsa promessa de liberação de valores judiciais mediante pagamento antecipado


© Tânia Rêgo/Agência Brasil
© Tânia Rêgo/Agência Brasil

A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (DPE/RS) alerta a população sobre tentativas de golpe em que criminosos se passam por representantes da instituição ou por advogados para enganar os cidadãos. As abordagens fraudulentas incluem promessas de liberação de valores mediante o pagamento de taxas ou o envio de dados pessoais.


Os golpistas utilizam nomes, fotos e números reais de registro na OAB para transmitir falsa credibilidade. Também é comum a criação ou clonagem de perfis no WhatsApp para se passar por profissionais da área jurídica.


Entre os golpes mais frequentes estão a cobrança de honorários ou taxas que não existem e a falsa promessa de liberação de valores judiciais mediante pagamento antecipado. Também há fraudes direcionadas a empresas, com pedidos urgentes de transferências, e golpes contra familiares de pessoas presas, explorando o desespero com falsas promessas.


A DPE/RS reforça que todos os seus serviços são inteiramente gratuitos e que nunca solicita transferências bancárias, pagamentos via pix ou informações sensíveis (como senhas e dados bancários) por telefone ou aplicativos de mensagens. Diante de qualquer mensagem suspeita, a orientação é que o cidadão entre em contato diretamente com os canais oficiais da instituição. O número 129 está disponível para ligações gratuitas de qualquer telefone, e é possível também procurar a sede da Defensoria mais próxima para esclarecimentos.


A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Rio Grande do Sul (OAB/RS) orienta que os clientes sempre confirmem se o contato recebido é o mesmo fornecido anteriormente pelo advogado ou escritório. Ainda, que o cidadão não compartilhe dados pessoais, financeiros ou documentos antes de falar diretamente com seu advogado pelos canais oficiais fornecidos por ele. Por fim, recomenda que se desconfie de cobranças urgentes ou pedidos de pix — especialmente quando associadas a supostos “créditos judiciais”, “liberação de valores” ou “custas inesperadas”.


A Defensoria Pública reforça a importância de que eventuais tentativas de golpe sejam denunciadas às autoridades competentes. O boletim de ocorrência pode ser feito na Delegacia Online

 
 
 

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