Com avanço da pandemia, RS é mantido todo em bandeira preta e sem cogestão até dia 21 de março



O Rio Grande do Sul segue em alerta máximo por pelo menos mais duas semanas. Diante dos níveis críticos de ocupação de leitos e velocidade de propagação do coronavírus, o governador Eduardo Leite anunciou que todas as regiões serão mantidas em bandeira preta e sem cogestão regional pelo menos até dia 21 de março.

A suspensão geral de atividades não essenciais, entre 20h e 5h, ficará vigente até 31 de março para reduzir a circulação de pessoas e, com isso, a circulação do vírus.


  • Lojas que possuem itens essenciais e não essenciais só poderão vender os essenciais. Deverão impedir o acesso do cliente aos itens não essenciais isolando com fitas ou tirando das prateleiras. A fiscalização poderá se dar a partir da análise das operações de venda realizadas pelos estabelecimentos, inclusive por meio de compartilhamento das informações fiscais.

  • Itens não essenciais podem ser comercializados por tele-entrega, sendo proibido o atendimento na porta. Dentro do estabelecimento – 1 trabalhador com máscara para cada 8m².

  • Postos de combustíveis podem funcionar. As lojas de conveniência poderão comercializar alimentos e bebidas, porém é vedado o consumo de alimentos e bebidas nas dependências do posto.

  • Escolas de ensino de idiomas, música, esportes, dança, arte e cultura, formações profissionais, cursos preparatórios poderão ter atividades exclusivamente remotas, sem atividades presenciais.

  • Estabelecimentos que prestam reparos e manutenção de objetos e equipamentos podem trabalhar com 25% dos funcionários, e atendimento presencial restrito (somente 1 pessoa que vai levar e retirar o objeto).

  • Salões de beleza, barbeiros, clínicas de estética – fechados.

  • Missas e cultos religiosos - distanciamento de 1m entre pessoas ou grupos de coabitantes, respeitando o máximo de 30 pessoas, ou 10% da capacidade de público do local.