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AMAU busca alternativas para reduzir fila da ortopedia na região

  • há 3 minutos
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Uma das alternativas discutidas é a ampliação do atendimento por meio do programa SUS Gaúcho, iniciativa do governo estadual voltada à redução de filas e à ampliação de procedimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS)


O pedido da AMAU, foi reforçado pelo prefeito de Erechim, Paulo Polis.  
O pedido da AMAU, foi reforçado pelo prefeito de Erechim, Paulo Polis.  

O presidente da Associação de Municípios do Alto Uruguai (AMAU), Genoir Florek, prefeito de Centenário, esteve reunido com a secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, na tarde da última sexta-feira, 6, no Salão Nobre da Prefeitura de Erechim, para tratar de alternativas que possam reduzir a fila de atendimentos e cirurgias ortopédicas na região. Foram recebidos pelo prefeito Paulo Polis.

 

Durante o encontro, Florek destacou a preocupação dos municípios com o tempo de espera enfrentado por pacientes que necessitam de procedimentos ortopédicos, especialmente cirurgias de joelho e quadril. Segundo ele, há casos em que a espera já chega a quatro ou cinco anos, o que tem gerado sofrimento para a população e impacto em outros serviços da rede pública de saúde.


Uma das alternativas discutidas é a ampliação do atendimento por meio do programa SUS Gaúcho, iniciativa do governo estadual voltada à redução de filas e à ampliação de procedimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta é priorizar o atendimento no Hospital Santa Terezinha, referência regional.


Caso a demanda ultrapasse a capacidade de atendimento do hospital dentro do programa, a AMAU também avalia buscar equipes médicas especializadas para reforçar os atendimentos. Além disso, pacientes poderão ser encaminhados para outras instituições hospitalares da região, como o Hospital de Caridade de Erechim e o Hospital São Roque, de Nonoai, ampliando a rede de atendimento.


O presidente ressaltou à secretária que o perfil da população do Alto Uruguai contribui para o aumento da demanda por procedimentos ortopédicos. Segundo ele, muitos moradores são idosos e passaram décadas trabalhando na agricultura, em atividades de esforço físico intenso: “Temos uma população que já está envelhecida e que trabalhou por muitos anos na agricultura de forma braçal. Isso acaba refletindo diretamente nos problemas de joelho, quadril e outras questões ortopédicas”, destacou.


Apontou que a demora nos procedimentos gera efeitos em cadeia no sistema de saúde, aumentando a procura por consultas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e ampliando a fila de fisioterapia.



 
 
 

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