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800 anos do presépio motiva Catedral de Erechim a realizar amostra comemorativa

Em julho deste ano em que a Igreja Católica comemora os 800 anos do presépio idealizado por São Francisco de Assis em Grecio, Itália, em 1223, os padres da Catedral São José, Clair Favreto, Pároco, Gladir Giacomel, Agostinho Dors, Vigários Paroquiais, e as catequistas, coordenadas por Ivone Fabro, motivaram os catequizandos, seus pais e acompanhantes a organizarem o presépio em suas casas para uma amostra no subsolo da Catedral. Os 3 anos de catequese têm mais de 190 catequizandos, mais ou menos 60 em cada um deles.

Desde segunda-feira, os presépios estão em exposição no subsolo da Catedral, com visitação aberta até dia 22 deste mês das 15h às 20h. A entrada é gratuita. São mais de 70 com variadas formas. Catequistas acolhem os visitantes com livro de assinatura de presença. Conforme as plantonistas de quarta-feira à tarde, o número de presépios está indo muito além das expectativas. Prevê-se realizar a amostra também no próximo ano.

Os padres e catequistas da Catedral sugerem motivação ampla para a visitação desta oportuna iniciativa.

Em relação ao significativo aniversário dos 800 anos do Presépio, há diversos textos sobre sua origem e significado. Diversos deles e o documento do Papa sobre o mesmo estão no site da Diocese de Erexim, na aba Artigos. O documento do Papa também em Documentos.

Em primeiro de dezembro de 2019, em Grecio, Itália, o Papa Francisco assinou Carta Apostólica sobre o Presépio. No início dela, ressalta: O SINAL ADMIRÁVEL do Presépio, muito amado pelo povo cristão, não cessa de suscitar maravilha e enlevo. Representar o acontecimento da natividade de Jesus equivale a anunciar, com simplicidade e alegria, o mistério da encarnação do Filho de Deus. De fato, o Presépio é como um Evangelho vivo que transvaza das páginas da Sagrada Escritura. Ao mesmo tempo que contemplamos a representação do Natal, somos convidados a colocar-nos espiritualmente a caminho, atraídos pela humildade d’Aquele que Se fez homem a fim de Se encontrar com todo o homem, e a descobrir que nos ama tanto, que Se uniu a nós para podermos, também nós, unir-nos a Ele.

Com esta Carta, quero apoiar a tradição bonita das nossas famílias prepararem o Presépio, nos dias que antecedem o Natal, e também o costume de o armarem nos lugares de trabalho, nas escolas, nos hospitais, nos estabelecimentos prisionais, nas praças… Trata-se verdadeiramente dum exercício de imaginação criativa, que recorre aos mais variados materiais para produzir, em miniatura, obras-primas de beleza. Aprende-se em criança, quando o pai e a mãe, juntamente com os avós, transmitem este gracioso costume, que encerra uma rica espiritualidade popular. Almejo que esta prática nunca desapareça; mais, espero que a mesma, onde porventura tenha caído em desuso, se possa redescobrir e revitalizar.


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